Episódio oito
Depois do
sétimo episódio me deixar literalmente de boca aberta durante um minuto chega a
vez do oitavo episódio que só pelo nome já promete. Começa mostrando de onde
vem os misteriosos círculos no milharal. E roubar uma Tardis é muito mais cool
que roubar um carro. Ótimas respostas da parte da Mels, culpar o Doctor por
todo mal que aconteceu. E não me posso cansar de dizer pobre do Rory, até mesmo
quando era criança.
Ok fiquei
mais uma vez sem palavras, com o robô ou lá o que seja este novo vilão.
“Cala-te
Hitler”, mandar calar o Hitler, maravilha.
O homemzinho
dentro do robô disse que a tardis era dela, quem é ela?
Mais uma vez
de boca aberta, Mels é a River. Nunca mais para as surpresas com River.
Acertei, River mata o Doctor como sempre desconfie. Pensava que ia ter que
esperar para o último episódio para confirmar.
O jogo entre
o Doctor e a ainda não River, maravilhoso, faz-me lembrar dos Sherlocks um
contra o outro. E o plano do Doctor para não morrer é maravilhoso. E há o robô,
o robô pode-se transformar no Doctor e ser ele que morre no primeiro episódio.
“Heil” soco.
Hahaha
Afinal não é
o robô. E as aparições das antigas companheiras.
Filetes de
peixe e leite-creme a cura para todos os males.
Não param as
cópias da Amy?
Bengala
sónica! Cada vez amo mais esta temporada.
O Doctor não
pode morrer, quantas vezes é que vão morrer nesta temporada!
Morre mas
vive, e há um número de regenerações?
O livro ele
que lhe oferece. Ele sabe que morre.
Adoro a música
do fim.